- sobre o zumbido de um mosquito: "Era o réquiem de Homero" (p. 94);
- Mantive a Ilíada de Homero em minha mesa o verão inteiro (p. 103);
- O estudioso pode ler Homero ou Ésquilo em grego sem risco de luxo ou dissipação (p. 104);
- Homero, até hoje, nunca foi publicado em inglês (p. 106);*
- ... quando os Vaticanos estiverem repletos de Vedas, Zendavestas e Bíblias, de Homeros, Dantes e Shakespeares (p. 107);
- Ele [um lenhador] também tinha ouvido falar de Homero (p. 143);
- Para ele [idem], Homero era um grande escritor (p.143);
- ninguém lhe roubava a casa, mesmo aberta: "exceto um livrinho, um volume de Homero" (p. 167);
- Os Homeros de Pope logo seriam devidamente distribuídos (p. 168);
Quanto à Ilíada e à Odisseia:
- "... o menor pedacinho de jornal ... respondia à mesma finalidade de uma Ilíada" (p. 55);
- ainda o mosquito: era "ele mesmo uma Ilíada e Odisseia no ar, cantando iras e andanças" (p. 94);
- de novo: "Mantive a Ilíada de Homero em minha mesa o verão inteiro" (p. 103);
- "Não admira que ... Alexandre levasse a Ilíada dentro de um escrínio precioso" (p. 106)
- "Quem haveria de me aparecer em casa esta manhã, senão um autêntico personagem homérico..." (p. 143 )
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